10/04/2023

Por que a amamentação é tão importante?

A amamentação é um processo fundamental para a saúde e desenvolvimento dos bebês. Além de fornecer todos os nutrientes necessários para o crescimento, o leite materno também é rico em anticorpos que ajudam a proteger o bebê contra diversas doenças, como diarreia, infecções respiratórias e alergias.

Além dos benefícios para o bebê, a amamentação também traz inúmeros benefícios para a mãe. A amamentação ajuda o útero a voltar ao seu tamanho normal mais rapidamente após o parto, reduz o risco de hemorragia pós-parto, pode proteger a mãe contra o câncer de mama e o desenvolvimento de diabetes tipo 2.

Além de tudo isso, a amamentação ainda tem o poder de criar laços afetivos entre mãe e filho. Por isso, deve ser um momento dos dois, de total entrega e amor.

 

Benefícios da amamentação para o bebê

  • o leite materno está sempre pronto, com a temperatura e o sabor ideal para o bebê.
  • contém todos os nutrientes que o bebê precisa.
  • é de fácil digestão e protege contra doenças, principalmente as respiratórias e gastrointestinais, além de anemia.
  • diminui a incidência de alergias.
  • protege contra infecções, pois o leite materno contém anticorpos.
  • não tem risco de contaminação.
  • desenvolve e fortalece a musculatura facial do bebê, preparando-o para a mastigação e fala.
  • faz o bebê sentir-se seguro e querido no colo da mãe.

 

Benefícios da amamentação para a mamãe

  • o leite está sempre pronto e livre de contaminação.
  • não dá trabalho para preparar.
  • economicamente é o alimento mais barato.
  • diminui o sangramento após o parto.
  • amamentar ajuda a mãe a voltar mais rápido para o peso original.
  • previne contra o câncer de mama, de ovário e de útero.
  • previne a osteoporose.

 

A amamentação de acordo com a OMS - Organização Mundial da Saúde

Você sabia que há anos o Brasil é uma referência mundial no que diz respeito ao estímulo e encorajamento ao aleitamento materno? E isso se deve ao fato de existirem várias ações por meio do Ministério da Saúde, que buscam incentivar as mães a amamentarem seus bebês, principalmente as que trabalham fora e precisam enfrentar as dificuldades de tempo e deslocamento.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 1986, o percentual de crianças brasileiras com menos de 6 meses alimentadas exclusivamente com leite materno não passava de 3%. Em 2008, já tinha atingido os 41%. Atualmente, a amamentação exclusiva chega aos 46%. Percentual próximo aos 50% que a OMS estipulou como meta a ser atingida pelos países até 2025. Além disso, seis em cada dez (60%) crianças são amamentadas até completar 2 anos de idade.

E ainda segundo o Ministério da Saúde, o aleitamento materno é a forma de proteção mais eficaz e econômica contra a mortalidade infantil.

A recomendação da OMS é que os bebês sejam alimentados exclusivamente por leite materno até os seis meses. E mesmo depois da introdução alimentar, o aleitamento pode continuar até os dois anos.

 

Mas, o que fazer quando a produção de leite é baixa?

Infelizmente, para algumas mulheres a amamentação acaba sendo um momento difícil, devido a pouca produção de leite. E essa baixa produção pode acontecer por diversas razões, que vão desde o uso de algum medicamento até estresse e exaustão.

Mas, existem algumas coisas que podem ajudar, e toda mamãe consegue fazer em casa:

  • melhorar o posicionamento e a pega do bebê no seio.
  • aumentar a frequência das mamadas.
  • oferecer as duas mamas em cada mamada.
  • dar tempo para que o bebê consiga esvaziar bem as mamas.
  • trocar de mama várias vezes na mesma mamada se o bebê estiver sonolento.
  • evitar o uso de mamadeiras, chupetas ou protetores de mamilo.
  • manter uma alimentação equilibrada.
  • ingerir bastante líquidos.

É claro que, se nenhuma dessas estratégias funcionar, é importante procurar um médico para investigar melhor a causa do problema. Como falamos acima, às vezes até um medicamento que a mamãe usa pode prejudicar a produção de leite.

Mas, será que existe algum outro método que possa ajudar as mamães que estão enfrentando o problema da baixa produção de leite?

 

Chás podem ajudar a aumentar a produção de leite materno?

Como falamos no tópico acima, a ingestão de líquidos é um dos fatores que podem ajudar (e muito) a mamãe no período de amamentação, isso porque cerca de 87% da composição do leite materno é água.

E já que os chás são líquidos, será que eles podem fazer parte da rotina da mamãe que está amamentando? Será que algum chá específico pode ajudar no período da amamentação? Ou existe algum que seja preciso evitar?

O fato é que mesmo sendo natural, é preciso ficar atenta aos chás que você vai consumir enquanto amamenta o seu bebê. Todos os chás que são estimulantes, por exemplo, devem ser evitados, porque podem acabar deixando o bebê irritado e inquieto.

Mas, é claro que existem os chás que são extremamente benéficos. Isso porque além de serem uma fonte de hidratação, a maioria dos chás possuem fitoquímicos, que são substâncias com propriedades terapêuticas.

Chás calmantes como a melissa, podem ajudar, assim como o funcho por exemplo, que é uma erva galactagoga. Mas, o que são ervas galactagogas? Bom, para entender o que são essas ervas, primeiro precisamos entender o que são os galactagogos.

 

O que são galactagogos?

Os galactagogos são substâncias que auxiliam o início da produção do leite materno, e também ajudam a manter essa produção de forma adequada.

Mas como os galactagogos agem no organismo? Eles aumentam a secreção de prolactina, que é o hormônio responsável pela produção do leite. Ou seja, ele não aumenta o leite em si, mas sim o hormônio responsável por essa função.

 

Então, o que são as ervas galactagogas?

Em geral, os galactagogos são encontrados em fármacos, recomendados por médicos quando necessário. Mas, podemos encontrar essas substâncias em algumas ervas.

O feno-grego, erva-doce, camomila, algodoeiro e funcho são exemplos de ervas que têm a presença de galactagogos, ou seja, que podem ajudar na produção de prolactina, consequentemente ajudando a aumentar a produção de leite.

Sendo assim, o consumo dessas ervas em forma de chá, pode ajudar mamães que estejam enfrentando problemas com a baixa produção de leite. Mas, é sempre importante lembrar que o consumo deve ser moderado.

 

Chás que devem ser evitados durante a amamentação

Já comentamos em alguns tópicos acima que os chás estimulantes não são indicados no período da amamentação, porque podem deixar o bebê inquieto e irritado. Mas será que existem outros que não devem ser consumidos?

Chás que devem ser evitados enquanto a mamãe está amamentando:

  • chás emagrecedores e diuréticos, como o hibisco por exemplo.
  • chás com alta concentração de cafeína: chá verde, chá preto, chá mate.
  • chás que podem diminuir a produção de leite: orégano, salsinha, hortelã, tomilho, sálvia e jasmim.
  • chás que podem alterar o sabor do leite e prejudicar a saúde do bebê: carqueja, gengibre, alcaçuz, cavalinha, alcachofra, boldo, arnica e anis-estrelado.

Se você tem dúvidas sobre algum outro chá que não listamos aqui, procure sempre informações em lugares seguros, consulte seu médico ou consultora em amamentação. Lembre-se que a sua saúde e a do seu bebê são influenciadas pela sua alimentação.

 

Chás que podem ser consumidos durante a amamentação

Preparamos uma pequena lista de chás que as mamães podem tomar sem medo enquanto amamentam, olha só:

  • chá de camomila: ajuda a aliviar problemas estomacais, tem efeito calmante e auxilia na recuperação do sono.
  • chá de melissa: tem ação contra flatulência, ajuda no processo digestivo, alivia dores abdominais e de cabeça e funciona também como calmante.
  • chá de cardo mariano: ajuda na produção hepática, pois possui uma substância chamada silimarina, além disso tem propriedade anti-inflamatórias e digestivas.
  • chá de funcho: tem ação anti inflamatória sistêmica, ajudando a liberar excesso de líquidos no corpo, combate problemas gastrointestinais, ajuda na digestão e estimula a produção de leite (erva galactagoga).
  • chá de erva-doce: também ajuda na produção de leite (erva galactagoga) e tem ação anti-inflamatória. Alivia azia, gases e cólicas.
  • chá de capim cidreira: é calmante, revigorante e também é uma erva galactagoga. Auxilia na melhora de problemas de estômago e pressão alta.

 

E afinal de contas, qual é o melhor chá para quem está amamentando?

Depois de tudo o que vimos até aqui, a resposta para essa pergunta fica bem fácil não é mesmo?

Se você é uma mamãe que está tendo problemas com a baixa produção de leite, os melhores chá são aqueles com substâncias galactagogas. E como citamos no tópico anterior, existem algumas opções de chá onde encontramos essa substância, então, que tal optar por um blend que contenha todas essas ervas?

 

Experimente o Chá Mami Tea da Verdi Natural

O Chá Mami Tea da Verdi Natural é um blend de ervas que traz benefícios na amamentação e acalma cólicas. Quando consumido pela mãe que amamenta, as ervas naturais presentes no chá auxiliam a prevenir cólicas no bebê e trazem tranquilidade de hidratação para a mamãe.

Esse blend de ervas é feito com ingredientes puros e orgânicos, que auxiliam na produção de leite materno. Um produto vegano, 100% natural, sem corantes e conservantes, zero aroma artificial, com embalagem reciclável e sachê 100% biodegradável.

 

Blend de ervas do Chá Mami Tea e seus benefícios

O Chá Mami Tea da Verdi Natural é um blend de melissa, funcho, capim-cidreira e estévia com erva-doce.

A melissa tem efeito calmante, alivia dores de cabeça, ajuda a melhorar a digestão e perturbações gástricas e também auxilia na desintoxicação do corpo.

O funcho por sua vez é um anti-inflamatório natural, é purificante e também ajuda a melhorar a má digestão, vômitos, enjoos, flatulência e cólicas intestinais. E claro, como já falamos, é um estimulante para a produção de leite materno.

O capim-cidreira é calmante, revigorante e também uma erva galactagoga (estimulante lácteo). Auxilia na melhora de problemas do estômago e pressão alta.

A estévia auxilia na redução de absorção de açúcar durante o processo de digestão. Além de ser um leve calmante, desintoxica o organismo e diminui a ansiedade. A folha é rica em potássio, magnésio e cálcio. É composta por inúmeros antioxidantes, o que auxilia na eliminação dos radicais livres.

E a erva-doce é rica em flavonoides, ácido málico e cafeico, que são compostos bioativos com propriedades digestivas, sendo por isso, indicada para aliviar gases, náuseas, prisão de ventre, cólicas e má digestão.

 

Os chás são aliados das mamães que amamentam

Resumindo tudo o que a gente viu até aqui nesse texto, fica claro que os chás corretos podem ajudar muito a mamãe que está amamentando o seu bebê.

As substâncias galactagogas presentes em alguns chás como funcho e capim-cidreira tem o poder de aumentar a produção de leite materno, ajudando assim as mamães que passam por dificuldades no período de amamentação.

Mas, lembrando, é preciso escolher bem os chás que você vai consumir. Sempre prefira aqueles que são naturais, fabricados por empresas sérias e que tem um compromisso verdadeiro com a saúde das mamães e dos bebês.

Se você gostou deste texto e quer saber mais sobre outros produtos naturais que são aliados das mamães, confira o nosso blog.

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